sábado, 19 de novembro de 2011

MENINO DE RUA

Ver se vence, se sobrevive,na tentativa de se contar outra história










Família nunca pequena;cenas de pequenas histórias,sem camas sem pijama,sem casa sem teto.muitos morrendo fetos









Sem direito de se ter de ser ,de se ter alguma vontade , nao ter como matar a fome,a sede a saudade









Tudo morre no desejo,de um dia ter vez ,ter voz, e alguma foz que desague,todas tristezas e rancores,dores sem mais precisar de favores.









Descobrindo que nunca nasceram de amor,so desilusões , e emoções esquecidas,nas camas, nas inconsequências









Frutos de atos brutos,vingou-se em um ser, que quer apenas sobreviver









Sem luxo muito menos lixo.apenas quer ser digno.de ser humano e não bicho









Não quer esmola,quer apenas escola uma bola e não esse mundo entrando de sola nos sonhos









Não quer migalhas, e o mundo sempre falha,nem tão pouco doce, que bom seria como planejado









que O colocassem em um caminho mais perto do céu e ver que tem alma,mas sem véu

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